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sábado, 12 de novembro de 2011

Setembro - Híbridos (Cap IX)

- Quem procuras, Ben? - inquiriu aquela odiosa voz impossível de esquecer. - Reformulando a minha questão: quem procuras?
Detive os meus passos e fixei o rosto triunfal de Sean que me parecia muito mais alto que o costume.
- Então? Estou à tua espera, Benedith. - disse, arregalando os seus olhos claros e arrepiantes. 
- Não é da tua conta. - respondi causticamente, prosseguindo.
Ele soltou uma gargalhada e subitamente senti o meu braço a ser puxado. Vislumbrei o seu semblante branco como cal ganhar feições simpáticas mas, em milésimos de segundo, voltou a adquirir o seu tom irónico repleto de mordacidade. Os seus finos lábios arquearam-se, formando um sorriso malicioso e cerrou os seus olhos mordendo casualmente o seu lábio inferior. Bruscamente, coloquei o meu braço fora do seu alcance.
- Eu avisei-te que eu era detentor de poderes que tu nem sequer imaginavas, não avisei? - inquiriu retoricamente com o mesmo sorriso malévolo. - Deste a mão a uma idosa, não foi? Uma idosa que disse que tinha os seus poderes, certo? Ah, Benedith! Sempre te achei uma rapariga demasiado astuta para não caíres em patranhas como as minhas. A idosa era, nada mais nada menos que o teu mestre Sean Westerfield. - Aproximou-se de mim, semi-cerrando os seus olhos. - O poder da mente controla tudo, criança. Controla tudo aquilo que eu quero. - Sorriu, continuando a caminhar na minha direção. Recuei. - No entanto, eu também consigo ler as pessoas com apenas um simples toque, detetando logo aquilo que elas não querem que se saiba, como, dando agora o teu exemplo, um relacionamento. - Rodou em torno de mim com os seus olhos sempre fixos no chão. - Eu ouvi todas as palavras que vocês proferiram, cada beijo, cada afago! Malditos! Nem sequer uma pessoa deixam dormir! - vociferou revirando os olhos. - Enfim, não se trata da minha insónia... Trata-se do facto de existirem coisas que não podem acontecer... Sabes sequer o que tu és? És uma híbrida... ou melhor, nem sei se és híbrida sequer. És uma mistura de todos os indesejados: descendente de bruxos, polimatematas, lobos, videntes... sei lá mais o que és! A minha sorte, neste momento, é ainda não teres capacidade de controlo mental. - Suspirou e sorriu com escárnio. - Bem, tenho de admitir que o problema é mais meu que propriamente de Jason... Sabes, nós já nos conhecemos numa vida passada e eu sempre me vi forçado a matar-te. - Fez um esgar com a boca. - Como deves calcular, eu sempre ganhei e ganharei mais uma vez. No entanto, desejo-te boa sorte para a próxima vida!
Olhei-o com estranheza, de sobrolho franzido e tentei proferir algumas palavras mas elas não saíam. Abruptamente, ele parou em frente de mim, dando uns passos em minha direção fazendo-me recuar até as minhas costas embaterem na parede.
- Sabes qual o momento mais prazeroso de todas as minhas vidas? É quando tenho o prazer de derrotar um semelhante a mim que, por arte do Diabo, és sempre tu! 
A sua mão precipitou-se a desembainhar um punhal cravejado de safiras e ametistas bruxeleantes. A minha respiração estagnou e o sangue deixou de ser bombeado pelo meu coração para todo o meu corpo.
- Isto é suposto ser um confronto de titãs? Sean, não faças nada de que te venhas a arrepender. Não me faças isto agora. - implorei.
- Por quê? Se não estivesses apaixonada custar-te-ia menos morrer? É por causa da tristeza que ele poderá vir a sentir se morreres? - questionou novamente de forma retórica. - Não penses nisso... o tempo cura e se não cura, haverá alguém que o vai fazer voltar à vida. - Sorriu sem piedade.
Sean levantou o punhal e posicionou-o de modo a cravar-se no meu peito. Tremi só de pensar que nunca mais iria ver Jason, Angie e a minha mãe.
- Eu prometo que será rápido mas incisivo.
Olhei subitamente para o meu lado esquerdo onde se dispunham dois pares de pás. Recordei as palavras de Sean alegando eu ser semelhante a ele e, se o era, podia tentar controlar aqueles objetos.
Ele rasgou um pouco do seu dedo indicador para verificar a contundência do punhal e verificou que estava perfeito para o chacinanço. Mal o elevou para o cravar definitivamente em mim, lancei um olhar às pás e fiz com que elas se elevassem. Fiz o trajeto que elas deveriam efetuar com os meus olhos e deixei-as cair brusca e violentamente sobre o crânio de Sean que deixou cair de imediato o punhal no chão e estatelou no chão gelado.
Corri até ao palacete procurando avidamente Jason. Mal o vi, lancei-me aos seus braços.
- Temos de ir, Ben. Eu descobri a verdade sobre Sean. - revelou, afastando-me de si.
- A verdade?
- Sim, ele queria matar-te. Felizmente, há pessoas que te querem bem e estão sempre a vigiar-te. - disse, contornando o meu rosto com a palma da sua mão. - Prepara as tuas coisas e partiremos ainda hoje.
Corri até ao meu quarto e açambarquei todas as roupas que consegui, encatrafiando-as na sacola. Desci de imediato, seguindo Jason até à carruagem. Hesitei ao subir para ela. Os cavalos ainda despertavam em mim uma certa fobia.
- Sobe porque ele pode acordar.
Apressei-me a subir não pensando muito no facto de estar a ser transportada por cavalos que podiam perfeitamente revoltar-se e virar a carruagem. Cerrei os olhos com tal pensamento e só os abri quando senti Jason sentar-se ao meu lado.
- Descobriste a verdade. Que verdade? - inquiri.
Ele encolheu os ombros e suspirou.
- Não descobri a verdade no seu sentido literal. Descobri apenas que ele é um devasso e mentiroso. - Cerrou os pulsos e fez embater a sua mão violentamente contra a frágil porta que se desfragmentou mal ele lhe tocou. Procurei acalmá-lo mas a sua raiva era incontrolável.
- Eu não sei como me deixei enganar todos estes anos por aquele... por aquele trapaceiro! Maldito! Apetecia-me despedaçá-lo e deixá-lo ao relento para ser comido pelos animais da noite! - Suspirou. - Mas estaria a ser pior que ele.
- Sean tem todos os poderes concentrados nele. Nada podíamos fazer. - anuncie afagando o seu cabelo claro.
- Claro, e coragem suficiente para trair o seu superior. - comentou, fixando o exterior. - Apenas espero que ele não nos tenha enganado nos amuletos. Seremos despedaçados pelos animais da noite caso estejamos desprotegidos.
Os meus olhos esbugalharam-se. As ervas, pensei. Era catorze e não quinze, como deveriam ser. O meu coração começou a bater freneticamente e a minha face ficou sem coloração.
- O que foi? - inquiriu ele vendo-me naquele estado.
- Nós não estamos protegidos, Jason. Ele até nisso nos enganou.
Procurei desesperadamente um dos sacos e abri-o, expondo as catorze ervas.
O rosto de Jason, assim que fixou as catorze ervas dispostas longitudinalmente, transfigurou-se e amachucou-as nas suas mãos, atirando-as pela janela fora.
- Eu não acredito que por causa daquele iscariote vamos ver-nos bem aflitos na nossa salvação.
- Tem calma, resolveremos a situação. - disse, na tentativa de o acalmar. Foi completamente em vão.
Ele soltou um sorriso irónico e fixou os seus olhos nos meus
- Tens a real noção do que são animais da noite e do perigo que eles representam? Eu sou descendente deles mas ele não me reconhecem como membro porque eu revoltei-me contra eles. Sou quase como o Diabo. - contou. - Eles despedaçam-te em segundos. Traçam o teu corpo e transportam os teus membros para a sua caverna e servem-te às crias como se fosses um veado! Eles não te temem, a única coisa que vêm em ti é um alvo a abater na obtenção de alimento. Para eles, és apenas um elemento da sua vasta cadeia alimentar e acredita que eu já vi demasiada gente a ser despedaçada e não quero ser a sua próxima refeição! - vociferou.  - Temos de ser mais silenciosos. Esta carruagem ferrugenta atrai muito a atenção. Temos de nos desfazer dela.
O cavalo parou e ele desatrelou a carruagem, fazendo-me subir para o cavalo. Seguimos viagem sem um rumo definido. Apesar das minhas constantes interrogações, Jason não me respondia a nada em concreto. Provavelmente não tinha resposta para as minhas questões.

A noite caía levemente. A neve havia parado de cair e seguíamos sem qualquer rumo pré definido. A minha cabeça doía-me e por isso ia apoiada no ombro de Jason. Durante aquela viagem que já durava algumas horas o cansaço tinha-se apoderado de nós e nenhum proferiu uma palavra.
Os sons da floresta como corvos, mochos e pequenos galhos a quebrarem-se e a embaterem no chão repercutiam em mim calafrios que se intensificavam à medida em que nos aproximávamos de uma floresta um tanto diferente daquela que eu estava habituada. O solo não estava totalmente coberto de neve: parecia um manto interrupto onde sobejavam alguns tufos de erva. Os cascos de Dom embatiam furiosamente no solo alternando entre o solo imaculado e o acastanhado terroso. Olhei para o horizonte e vislumbrei o cume de uma montanha. Imponente e glorioso, elevava-se um casebre coberto de neve. Na colina existiam diversas casas idênticas, parecendo-me distanciadas de igual modo e o Sol escondia-se por detrás daquela colina.
Inopinadamente, ouvi um som pesado, como se fosse de um animal que pesasse toneladas. Seguidamente, outra se fez ouvir. E mais uma.
- Jason... - segredei. - Algo está a vir na nossa direção...
A sua respiração tornou-se ofegante e ele rodou a sua cabeça para trás e colocou o seu dedo sobre os meus lábios, apressando-se a descer do cavalo.
- Fica aí. Alguma coisa, não olhes para trás e segue o teu caminho até à montanha. - avisou.
- Mas Jason... eu... - protestei.
- Mas tu vais ficar aqui. Eu sei lidar com isto. - ditou num tom autoritário e impaciente.
Correu velozmente até fora do meu deficiente campo de visão. Novamente ouvi passos pesados no solo e umas garras fincarem-se no solo húmido. Um retumbante uivo fez-se ouvir fazendo Dom relinchar e erguer as suas patas dianteiras. Agarrei-me firmemente à sua crina mas o som do animal fê-lo ficar demasiado assustado e, em poucos segundos, estatelei no chão como uma folha caduca. Dom parecia agoniado com o som que o tinha amedrontado e movia-se como se estivesse a sofrer convulsões. Eu afastei-me dele para não levar nenhum coice e, inesperadamente, as suas pernas fraquejam e descambou, caindo no solo.
Ainda com a respiração ofegante e o sangue a fervilhar-me nas veias, levantei-me e clamei por Jason que não dava sinais de vida. Preocupada, deambulei por aquela floresta esmagadoramente enorme sem ter em atenção o caminho que percorria.
- Jason! - bradei.
Nenhuma resposta de volta. Assustada e prevendo um cenário catastrófico, as minhas lágrimas irromperam dos meus olhos caindo copiosamente.
Novamente o som de um animal se fez ouvir. Estaquei tentando descodificar de onde provinha aquele som mas apenas consegui ouvir mais passos de mais animais. Por entre a bruma que se tinha formado, olhos resplandecentes como rubis lapidados e ametistas, faziam-se ver. Recuei e olhei para trás, mas estava cercada por olhos brilhantes e fantasmagóricos, remontando à minha primeira infância aquando aquele círculo perfeito nos circundou quase nos impossibilitando de fugir. Procurei com olhar Dom mas apenas restavam as suas patas e um charco de sangue brilhava com a escassa luz do dia. Senti que seria  a sua próxima refeição.
Uma dor de cabeça dilacerante atingiu-me. Pressionei as minhas têmporas com as palmas das minhas mãos e algo apareceu na minha mente.
Jason. Eu estava a localizá-lo e ele continuava incessantemente à procura dos animais sem qualquer taxa de sucesso. Depois, apareceu na minha mente algo muito difuso, quase parecendo uma galáxia repleta de pontos brilhantes e, posteriormente, a dor passou com a mesma rapidez que me apareceu. Inexplicavelmente senti-me mais forte, como se pudesse fazer tudo o que quisesse.
Mirei os cerca de quarenta olhares que me fixavam. Passo a passo faziam-se ver com os seus focinhos achatados, quase com uma construção humana. O seu porte forte e alto desprovido, em grande parte, de pelugem dava ênfase à minha teoria que eles eram semi-humanos. Não me pareciam lobisomens como todas as outras lendas apontavam: tinham feições humanas misturadas com as feições canídeas. Um dos híbridos arreganhou os seus dentes exibindo a sua dentição branca e forte capaz de despedaçar em segundos qualquer humano fraco, tal como eu. Os restantes, apressaram-se a sair da escuridão, mostrando, alguns deles, o focinho com sangue, provavelmente proveniente de Dom. Recuei alguns passos.
O híbrido com os olhos mais claros e profundos fincou as suas patas grossas na terra e elevou o seu dorso como se me fosse atacar. Em segundos, senti umas patas derrubarem-me e a expressão raivosa do animal acentuou-se. Gritei de dor quando me cravou as garras nos ombros. Tentei enviar uma mensagem mental a Jason. Precisava de ajuda ou serviria de comida aos animais. Não sabia se iria resultar mas tinha de tentar. Cerrei os meus olhos na tentativa de conseguir atingir o meu objetivo e, por momentos, deixei de sentir o peso avassalador do animal. Abri de imediato os olhos e vi aquele que me tinha atacado, recuar com os olhos numa profunda análise a perplexidade. Os restantes, seguiam o seu procedimento. Estupefata, mirei-os e, lá ao longe, vi Jason a correr até ao meu encontro. Um sorriso preencheu o meu rosto mas de repente se eclipsou. Os híbridos correram a uma velocidade alucinante na sua direção tentando destruir aquele que os tinha traído. Avançaram sobre ele e embora ele se tivesse transformado num deles, era um rebelião que merecia a morte.
Eu tinha de fazer algo que os detonasse em segundos porque ele não iria resistir. Olhei em meu redor mas nada me parecia suficientemente bom para acabar com eles. Observei as árvores pensando o quão bom seria se elas caíssem por cima dos corpos dos híbridos. Era isso mesmo. Eu tinha de usar o poder da mente. Se eu tinha conseguido fazer com que Sean fosse atingido por aquelas pás, eu também seria capaz de as fazer cair sobre eles.
Imaginei as árvores a quebrarem-se e a caírem. Um estalido forte e característico desse cenário fez-se ouvir. Abri os olhos e, de facto, estava a acontecer.
Os híbridos olhavam estufetos o espetáculo que se iria suceder e, num movimento rápido de olhos, fiz com que a árvore caísse sobre os seus corpos, atingindo uns dez que se tinha aglomerado. Debaixo do tronco enorme eles contorciam-se e tentavam sair. Os restantes afastaram-se mas não perdi tempo. Fiz mais uma árvore cair sobre os restantes, sobrando apenas o híbrido que me olhou nos olhos e emitiu um uivo correndo, posteriormente, em direção a Norte.
Corri até Jason que ainda estava no chão.
- Jason? Estás bem? Diz-me que estás bem! - questionei, ajudando-o a levantar-se.
- Tu... tu mandaste-me uma mensagem mental, não foi? Foste tu quem fez estes troncos atingirem os híbridos, não foste?
Assenti com a cabeça acabando por o ajudar a levantar. Puxou-me contra si beijando-me levemente.
- Eu estou orgulhoso de ti! Conseguiste descobrir dois dos teus poderes num só dia. - Sorriu.
- Sim, mas a alegria não chega para colmatar o susto.
- Onde está Dom? - inquiriu com o sobrolho franzido.
Baixei o olhar.
- Dom foi devorado pelos híbridos, Jason.
Ele abanou freneticamente a cabeça e colocou a sua mão sobre o meu ombro ferido. Queixei-me.
- Deixa-me ver. - disse com o olhar preocupado. - Pode ser grave!
- Grave?! Ele só me cravou as suas unhas, nada mais.
- O quê?! Preciso de ver.
Retirei a minha capa e afastei um pouco da parte superior do meu corpete para ele verificar. O seu rosto ficou pálido e afastou-se.
- Temos de chegar rapidamente à povoação. Está com um péssimo aspeto.
Pensei que ele estivesse a brincar mas quando verifiquei a ferida, constatei que ele estava correto. Olhei com admiração questionando-me por que razão não me doía tanto quanto era suposto. As feridas brotavam sangue mas um sangue escurecido e, por norma, a hemoglobina não costumava ter uma coloração tão negra. Em torno dos círculos havia sangue coagulado e cada vez que tacteava essa região, a dor não era tão pungente como deveria ser. Olhei-o com incredulidade.
- Mas... por que razão isto está assim? Não é caso para eu me estar a contorcer de dores?
Ele pegou-me com os seus braços e encostou-me contra o seu peito que se movia exageradamente depressa.
- Isso está assim porque eles temem-te tanto que querem que sejas tu a comandá-los e, para isso, tens de te tornar num deles. Estás num processo de transformação. O sangue do Alpha tem uma coloração diferente da dos outros, simbolizando a supremacia perante os outros. - Olhou-me com dor. - Isto foi propositado. Sendo eu descendente de lobos e transformado, tu tinhas de te tornar numa nós. Mas eu não vou deixar. Não podes ficar como eu. Há muito para além disto e agora podes estar normal e sem dores mas daqui a minutos vais sofrer tão agoniantemente que eu não vou saber como ajudar-te. - Fez uma pausa. - Eu conheço alguém que nos pode ajudar mas, por favor, promete-me que vais ficar bem.
Abanei freneticamente a cabeça e cerrei os olhos. Iríamos viajar quase à velocidade da luz. O que eu mais apreciava em Jason era a sua verdade nua e crua. Engoli em seco e rodeei os meus braços no seu pescoço.

P.s Peço desculpa na demora da postagem mas eu tive testes e outras coisas para fazer. Espero que gostem! ^^ Ah! Queria agradecer à Ruth Pacheco pela preciosa ajuda! 

11 comentários:

RuthPacheco disse...

OH MEU DEUS, este capítulo está simplesmente fascinante! Adoro!!! A sério, está mesmo óptimo! Parabéns Hayley :D e não tens de me agradecer. Tu é que tiveste o critério todo! :D <3

Bee :D disse...

Bah... what can I say? Está magnifico! Assim que vi o titulo, lembrei-me do The Vampire Diaries (uma das minhas series predilectas).

Queria-te pedir uma coisa... Posso? ahahah

Bee :D disse...

Eu queria saber se querias escrever o próximo capitulo de "Sentimentos Virtuais" comigo?
Well.. como sabes eu amo a tua maneira de escrever e tudo mais, e digamos que também ando com pouca imaginação. Por isso, é esta a minha pergunta :D

sofiacosta disse...

Está muito bom Hayley, mesmo. A descrição dos acontecimentos e o aparecimento súbito das criaturas da noite deram a este capitulo um toque especial! ;) Muitos parabéns! Já sabes que adoro as tua histórias, mas estou a venerar esta! Continua *-*
*já respondi também no fb :p

*Em relação ao comentário que deixaste no meu texto: muito obrigada, a sério, até porque se não fosse o teu apoio e inabalável fé , possivelmente nada disto teria seguido em frente! muito obrigada :D
beijinho :*

lara beatriz disse...

Olá, concordo totalmente com a Ruth :) e eu falta de as escrever, estou a considerar em voltar a escrever algumas mas não sei. muito obrigada, é bom saber já que não é aquilo que estava muito habituada a escrever :) beijinhos

Ziza's N.E.M. disse...

WOOOW é a primeira palavra que tenho a dizer acerca do que li, não apanhei uma seca descomunal como às vezes penso quando leio um livro xD Estás cada vez melhor no desenvolvimento e processo de desenrolar uma história, cativou-me bastante o cuidado uso do vocabulário e à medida que lia lembrar-me de oscar wilde, bram stoker, mary shelley e das actuais séries de vampiros que rendem mais o peixe, como por exemplo; o vampire diaries, true blood e a saga dos livros em que o primeiro se chama crepúsculo.

Não sei o quanto te ajudou a tua seguidora Ruth Pacheco, mas fizeste grandes progressos da minha opinião e pensei também, há muitos hoje em dia que escrevem livros para contarem histórias reais ou experiências de vida, mas será que ainda existem pessoas que se dignam a escrever com originalidade ou com pura criatividade como quisessem descrever com aproveitamento de vários estilos e processos diferentes numa só tela.

Em relação ao teu comentário, era mesmo essa intenção que pretendia com a imagem e o título xD mas o que escrevi é o que importa mais x)

Bem te compreendo... é por isso que digo, pelo menos uma única vez que seja, nem sempre pode ser considerado ser-se ignorante quando acreditamos.Obrigada :D já resolvia as coisas com ele, mas as coisas não nunca são completamente facilitadas. xD

Um abraço*

Cris disse...

AHAHAHA! Ri-te à vontade xDD sempre que me acontecem coisas destas rio-me também, nós temos de saber rir de nós próprios!

Oh meu Deus a sério?? mas isso ia sendo mesmo perigoso! :OO Daqui para a frente vou ter mais cuidado também...

Olha, acerca da tua história... oh pá, eu fico sem palavras, completamente! Não dá para mostrar o quanto eu gosto da maneira de como tu escreves... cada vez mais interessante! ADORO!!!

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Alma de poesia. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/

Ziza's N.E.M. disse...

Os escritores que mencionei acredita que vale a pena pesquisares sobre eles.... Mas o que interessa é que ainda acabou e estás muito longe de acabar acho =P

Concordo com o que disseste e são sábias palavras... Obrigada também eu :D

Cris disse...

Então no que toca a isso, somos iguaizinhas! xD hahahah!!

Estou, estou a delirar com a tua história...mesmo! Cada vez se está a tornar mais interessante e só me apetece ler e ler e ler... adorava ter esta história em forma de livro! Acredita que adorava! :DD

Christian V. Louis disse...

Episódio realmente marcante. Acredito que dos que li até agora foi o melhor (ainda me falta ler o próximo, estou com atraso :P), não sei em que a Ruth lhe ajudou, se escreveram em coletivo, mas percebi uma grande evolução em seu modo de escrever se comparar aos anteriores.
As descrições estão muito bem feitas, sem cansar o leitor e a originalidade na criação das personagens foi incrível.
Não dá vontade de parar de ler, devia considerar seriamente a idéia de um livro, contos fantásticos ultimamente é o que mais se vende.
Só não gostaria que Sean saísse da trama, gosto dos vilões. ahah