Click here!

Se quiseres podes ver as minhas "histórias". Clica em "Minhas Histórias"!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Setembro - Sangue Contaminado (Cap. VIII)

Sean apontou com o seu dedo para um alvo redondo que continha no centro uma pequena bola encarnada. Puxou com violência o meu braço obrigando-me a fixá-lo.
- Estás a ver aquele arco ali disposto? Vais buscá-lo e vais experimentar acertar naquela pequena bola.
Sorri com ironia. A mulher das armas não era eu, era Angie. Novamente Sean apertou o meu braço com violência e eu, contrariamente ao meu espírito, encaminhei-me até à vitrina e abri o imenso vidro retirando de lá o arco de flecha e um par de flechas com penas igualmente encarnadas. Ele assentiu com a cabeça e cruzou os seus braços contra o seu peito franzino. Olhei-o de soslaio e posicionei da melhor forma o arco recordando-me de Angie que costuma caçar veados usando aquele instrumento mas eu... não era ela. Abruptamente senti uma respiração quente e ofegante atrás de mim e depois umas mãos elevando os meus braços e puxando um deles para trás.
- Não estavas à espera que ela chegasse aqui e soubesse usar isto, pois não? É que é óbvio que ela nunca pegou em alguma arma ou algo que se assemelhasse... - referiu Jason soltando um sorriso irónico. O rosto de Sean encheu-se de raiva mas conteve-se. - Apenas tens de tornar os teus braços mais rígidos para conseguires atirar e atingir o alvo. - informou, agarrando a mão que segurava a flecha com firmeza. - Agora concentra-te no alvo e deixa toda a tua força descarregar-se na flecha. - A sua voz era calma transmitindo-me confiança.
Enchi os meus pulmões de ar e fixei os meus olhos no alvo. A sua mão soltou a minha e aproveitei para largar a flecha que incidiu contra a esfera vermelha oscilando devido à intensidade com que havia sido lançada. Olhei com fascínio para Jason que me fixava com um sorriso no rosto. Mordisquei o lábio inferior e procurei a outra flecha repetindo o mesmo procedimento. E novamente embateu impiedosamente contra a esfera.
Posicionei o arco contra Sean que sorriu com o seu habitual sarcásmo.
- Não serias capaz. És muito fraca e inexperiente...
- Certeza? - questionei tentando obter o melhor ângulo.
- Absolutamente.
Deixei a flecha embater contra a sua capa castanha. Ele apressou-se a retirá-la e a entregar-ma com violência. Olhei com curiosidade para Jason mas ele estava tão absorto nos seus pensamentos que nem se apercebeu do que eu havia conspirado contra Sean.
- O senhor viu? Viu o que esta demente tentou fazer? - inquiria quezilado. - Tentou matar-me! É uma demente! - Voltou-se para mim e franziu o sobrolho. - Não é digna... não és digna de... - abruptamente silenciou-se e começou a caminhar em direção a outro compartimento. Segui-o com um laivo de curiosidade.
- Não sou digna de quê? 
- Não és digna de viver aqui, por exemplo! - retorquiu continuando com o seu passo apressado. - E não ouses incomodar-me mais! Tu a mim não me enganas! Eu vou descobrir tudo sobre ti. - avisou fazendo ver a sua fúria no rosto iluminado e olhos flamejantes. - É apenas uma questão de tempo. E, antes que indagues, é uma ameaça.
Olhei-o com perplexidade sem perceber o que ele queria dizer. Eu não escondia nada que ele já não tivesse descoberto.
- Não lhe dês tanta atenção, Ben. Sean é psicótico e tem a mania que sabe de tudo e quando não sabe fica assim. - Jason encolheu os ombros e sorriu-me calorosamente. - Espero que não esteja a ser entediante permaneceres sempre aqui mas as condições climatéricas não são as melhores para sairmos e apresentar-te a aldeia.
- De facto, preferia estar lá fora mas compreendo. Não posso ousar sequer maldizer-vos. Têm sido hospitaleiros comigo em me darem abrigo e me tentarem proteger. 
Segui-o até uma enorme biblioteca repleta de manuscritos. Sentei-me numa cadeira disposta em frente a Jason que continuava com um olhar distante. 
- Jason... - comecei com um tom de curiosidade. - não desconfias sequer do que me possa ter seguido? 
- Provavelmente um lobo... há muitos relatos sobre isso no historial da aldeia. - respondeu com apatia.
- Estás... esquisito... Passa-se alguma coisa? - questionei perscrutando o seu rosto.
Ele suspirou.
- Muita coisa se passa e feliz é aquele que não tem consciência do nada. - sorriu sem vontade adquirindo novamente a sua expressão sisuda que obscurecia o seu rosto. - O meu dever é defender todos, essa é a minha missão aqui daí a ser um dos únicos com poder mas esta noite foram mortas e despedaçadas quatro pessoas. - Cerrou os seus olhos e cerrou a sua mão. - E só de pensar que uma dessas pessoas podias ter sido tu...
- Eu não sou mais que ninguém, Jason... - balbuciei.
Os seus olhos claros fixaram-me e sorriu afavelmente. Desviei o meu olhar.
- Tens poderes, és especial.
- Todas as pessoas já os tiveram. É apenas uma questão de tempo... - relembrei.
- Mas nem todos são como tu. - avançou com determinação. - Nem todos têm esse teu espírito selvagem. Essa tua coragem, esse teu carácter tão cativador.
Os seus olhos brilharam. Aproximou-se de mim delicadamente estendendo a sua mão até ao meu rosto. A polpa dos seus dedos colidiram contra a minha pele gélida. Contrariamente ao que eu faria em qualquer situação semelhante, eu não me retraí. Fixei os seus olhos bruxeleantes e o brilho no seu rosto tinha retornado com todo o seu vigor. 
O seu rosto lentamente se aproximava do meu até que os seus lábios veludosos colidiram contra os meus movendo-se sincronizadamente. As suas mãos atracaram no fundo das minhas costas puxando-me contra o seu corpo quente. Abruptamente ele afastou-se dispondo-se a alguns metros de mim. Ainda atordoada com o que tinha acontecido, olhei-o com confusão.
- Desculpa. Isto não devia sequer ter acontecido... eu não posso. - disse com um olhar alienado. - Eu não devia sequer.
- Por quê? - balbuciei ainda com a respiração ofegante.
- É uma longa história. - informou, saindo da biblioteca a correr.
Tentei dizer-lhe para esperar mas ele era rápido que nem um relâmpago e por muito que corresse não o iria apanhar.

Vesti o meu casaco e sentei-me nas escadas graníticas vendo o dia cessar. O fumo saía aceleradamente de cada chaminé e algumas crianças anda brincavam com as bolas de neve que iam sendo atiradas contra as portas daqueles que elas menos gostavam. Aquelas crianças faziam-me lembrar a minha infância. Eu e Angie costumávamos ficar até tarde a brincar em Mystic Falls II e por isso a minha mãe era vista como uma mãe desnaturada mas ela era apologista de que as crianças deveriam aproveitar a sua infância. 
Simultaneamente, sorri e as lágrimas começaram a irromper dos meus olhos. A nostalgia tinha-me invadido. Sentia falta da força de Angie e da visionária Ariel. Sentia falta dos dramas familiares, sentia falta do carinho delas... 
Limpei as lágrimas com o punho do meu vestido mas elas teimavam em se multiplicar.
- Eu sei bem o que a saudade é. - disse uma voz amável.
Mirei Jason e ele fitava a ténue linha do horizonte.
- Sei o que é perder quem amámos... e lamento dizer-te isto, - agarrou com firmeza as minhas mãos. - poderás nunca mais vê-las mas não as perdeste para sempre. Há uma possibilidade de as teres novamente na tua vida. - Fixou-me com os olhos igualmente encharcados. - Mas comigo não houve sequer uma possibilidade. Eu formei esta aldeia. Fui o primeiro amaldiçoado de uma família que exterminava outras aldeias devido ao facto de terem o "sangue contaminado", o sangue de feiticeiros, lobos ou deuses. Todos os que têm poderes têm o sangue contaminado. Eu tenho e tu também. Todos aqui temos. - Suspirou. - O meu pai, Leonard King, era o Rei de Yorke Village, uma vila do centro e o seu objetivo principal era exterminar todos aqueles que pudessem pôr em causa o seu domínio lançando-lhe feitiços que atrasassem os seus planos. Lembro-me que em vez de brincar com outras crianças ficava dias e dias fechado na biblioteca a ler livros para o ajudar a descobrir que tipo de seres o impediam de continuar a espalhar o seu domínio. Numa das nossas expedições, quando eu tinha cerca de dezassete anos, as tropas do meu pai invadiram uma aldeia e eu fiquei debaixo de uma árvore à espera que eles voltassem mas como já entardecia rumei até à tenda. - As suas mãos desprenderam as minhas. - Enveredei por uma floresta densa até que me apercebi que alguém me seguia. No entanto, não dei importância até ao momento em que ouvi um forte uivo. Aí comecei a correr e vislumbrei um animal com um forte porte prestes a espetar os seus dentes em mim. O animal derrubou-me e mordeu-me nas costas, afastando-se pouco depois. - Apontou. - Durante horas senti uma espécie de veneno espalhar-se por todo o meu corpo e naquele momento desejei morrer. As dores que me assolavam eram semelhantes a punhais cravarem-se na minha pele ininterruptamente mas, na manhã seguinte, acordei num descampado completamente desprovido de qualquer alma viva. Comecei a correr e consciencializei-me de que a velocidade a que corria era alucinante e associei de imediato que o lobo me tinha transformado. Mais grave ainda, consciencializei-me de que se fosse ter com o meu pai, ele cravaria sem hesitações dezenas de punhais no meu corpo. - Sorriu como se toda a história que ele tivesse contado fosse algo banal. - Eu sabia que não era o único com poderes e sabia onde encontrar mais pessoas. Procurei um local longínquo que não constasse nos mapas do meu pai e procurei por pessoas que estivessem na mesma situação que eu. - Sorriu com orgulho. - E... aqui estou eu. E tu.
Olhei-o ainda com os olhos encharcados e numa voz débil, inquiri:
- Quem era a mulher do quadro?
- A minha mãe. - Baixou o olhar. - Ela não me teria compreendido se eu tivesse voltado. Prefiro pensar que ambos me consideram morto. 
Vi nos seus olhos estampada a desilusão e a melancolia. Aproximei-me dele e agarrei as suas mãos gélidas. Ele sorriu docemente.
- Estive a pensar... Eu sei que tenho o dever de proteger esta aldeia mas também tenho direito a construir a minha vida. - Ruborizou. - Tenho o direito a ser um homem comum, a ter algo que me impulsione para a vida. E agora que descobri isso não quero desperdiçar. 
Levantou-se e puxou-me para o interior. O seu rosto, naquele momento, assemelhava-se ao rosto cândido de uma criança e eu limitava-me a segui-lo como se ele fosse o único caminho a seguir.
Subimos as escadas sem fazer muito ruído e entramos novamente na biblioteca. Por sorte, não nos cruzávamos com Sean que se encaminhava para o seu quarto. Ele encostou-me contra a porta gélida e beijou-me com a mesma emoção inicial. Retribuí todos os afagos que ele me dava até que os meus dedos tocaram numa enorme cicatriz ao fundo das suas costas. Ele afastou-se novamente deixando-me com o sentimento que deveria ter prestado mais atenção. Jason vestiu a sua camisola e sentou-se na chaise long negra tacteando e delineando a sua longa cicatriz que formava um círculo irregular. Vesti o meu casaco e aproximei-me dele.
- É melhor eu ir andando... - avisei.
A sua mão segurou o meu braço.
- Não, não vás. Fica comigo. - pediu.
Era errado. Era errado, segundo vozes populares, dormir com um homem antes do matrimónio. Vozes ecoavam na minha cabeça. Silenciei-as algum tempo e sentei-me ao seu lado. Também era errado eu ser detentora de vários poderes e eu tinha-os. De qualquer das formas, se a minha alma já não tinha salvação do que me valia resguardá-la?


O dia raiou e uma estranha luz incidiu sobre os meus olhos. Abri-os lentamente e, pela primeira vez, vi o Sol despontar por detrás das montanhas. 
Os braços de Jason aprisionavam o meu corpo. O seu semblante ainda adormecido transmitia felicidade. Acariciei o seu rosto e apressei-me a acordá-lo. Ninguém podia saber de nada. Muito menos Sean.
- Acorda. - murmurei esperando alguns minutos mas o meu murmúrio não resultou. - Acorda!
Os seus olhos claros abriram e mal me viram, esboçou um sorriso apertando-me contra si.
- Preciso de sair, Jason. Ninguém pode saber disto.
Ele ergueu o seu tronco e espreguiçou-se morosamente.
- Tu não... tu não saíste durante a noite, pois não? - inquiriu com o sobrolho franzido.
- Não me lembro... - refleti. - Não, de facto, não me lembro sequer de me ter levantado nem de rever todo o drama que me assola em todos os meses de Setembro desde há uns anos. - Sorri.
- Sabes o que isso significa? Significa que quando estás comigo não és assolada por essa maldição. - Entrelaçou os seus dedos nos meus. - Podes ficar sempre comigo.
Ruborizei e abracei-o.
- E eu quero independentemente da circunstância.
Larguei-o e vesti a minha capa encaminhando-me para o exterior antes que Sean aparecesse para me atazanar a vida. Aproveitei para conhecer melhor a aldeia e até fiz algumas amizades. Aparentemente toda a gente me conhecia e eu... não conhecia ninguém.
- Menina! Menina! Venha cá, venha. - clamou uma voz débil e já desgastada.
Olhei para trás e vi uma mulher idosa envolta de um lenço negro, com ambos os olhos desprovidos de visão. Aproximei-me dela.
- Como sabia que eu...
- Senti o teu sabor. Sabor de alguém especial. - respondeu. - Dá-me a tua mão. Não digas a Sean que ainda tenho os meus poderes. Por favor! Imploro-te! Agora, dá-me a tua mão, querida.
Dei-lhe a minha mão e os lábios da velha mulher arquearam-se até que se formou um sorriso sublime.
- És tu! És mesmo tu! - fez uma pausa. - Eu sei que não vais contar a Sean. Sei que não gostas dele. Nenhum de nós gosta.
- Por que não gostam dele? - inquiri sentando-me à soleira da porta.
- É uma longa história, minha filha. Creio que ajudes a descobrir tudo. - respondeu. - Sean vai-te pedir muitas vezes para lhe dares a mão mas tenta escapar ao seu domínio ou, se fores mesmo obrigada a dar-lhe a mão, não penses nunca na tua história com Jason. Ele é trapaceiro. - avisou. - Agora, parte em paz, minha filha! Que os deuses te acompanhem! Que o Rei seja também feliz!
Levantei-me e encaminhei-me até ao palacete cruzando-me com Sean que fitava o chão atentamente.
- Ontem não dei conta da tua habitual saída noturna...
- Sim, descobri uma forma de não o fazer com tanta frequência... - informei.
Ele levantou o olhar e fixou-me com insolência.
- Procuraste na biblioteca a décima quinta erva que falta para completar o amuleto? Reparei que ontem estiveste lá muito tempo...
- Sim, mais ou menos isso. Caso não saibas, eu tenho os meus próprios amuletos. 
Ele soltou um sorriso abafado.
- Bem, se precisares da minha preciosa ajuda, estarei na biblioteca a desvendar lendas mas, uma orgulhosa como tu, não vai querer pedir ajuda a um sábio como eu. Até já.
Vi-o afastar-se e voltei de novo para o exterior. Tinha como intuito procurar a idosa senhora mas, quando abordei as pessoas sobre a sua identidade, descrevendo-a, negaram-me a existência de alguém com aquelas características. Estranhei aquele facto mas, mesmo assim, não desisti. 

14 comentários:

Bee :D disse...

Tenho andado a cometer um erro enorme em não andar a seguir a tua história -.- Vou só ali ler, e depois comento com muito amor e carinho :D

RuthPacheco disse...

AHHHH que lindos, Ben e o Jason juntos, que windoooos. Eu não gosto do Sean sinceramente... e eu gosto desta história, cada vez mas. Todos os mistérios, maldições... e o facto de as pessoas com poderes não poderem sair daquela vila... E a idosa que apareceu? Bem... não tenho lá muito jeito, para fazer comentários, mas estou a gostar imenso. :D

Bee :D disse...

Só para dizer que gostei muito (like always). Bem, eu gosto muito mais deste teu lado místico, isso tudo dos poderes e da aldeia. Bem fiquei mesmo wow, houve partes em que fiquei mesmo do tipo "WTF!?" Bem amei! Eu adoro o Jason.

Não és só tu que queres um Tiago, acho que somos muitas de nós haha
Beijinho querida :D

sofiacosta disse...

Puh, a sério que tu me irritas, Hayley Nya! Deixas-me sempre sem palavras :)
Está fantástico. Really, really, amoo *.*
Não vou falar da tua capacidade de expor todos os pormenores de uma maneira absolutamente perfeita, apenas porque nem vale a pena, tanta perfeição não precisa de comentários :D
A continuação de todo o enredo está brutalíssima, adoro a maneira como de repente surgem tantos segredos, tantas revelações .

Amo , amo *.*

Obrigada pelo comentário que deixaste no meu blog , é sempre difícil atravessar certas fases, e por vezes não nos reconhecemos... mas tudo é ultrapassável :D

beijinho *

Christian V. Louis disse...

Eu disse que previa um reinado por aqui. ahah.
Gostei imenso da maneira que descreveu, o texto foi longo e nem senti, este é um dos principais atributos de um autor, fazer com que o leitor nem sinta o quanto já leu, só depois que terminou e observou.
Agora muitas coisas se esclarecem a respeito dos poderes místicos das personagens.
Não sei porquê, mas ao contrário de todos, eu me simpatizo com Sean. Gosto mesmo de vilões.
Aguardo ansioso o próximo episódio.

Cris disse...

Aiiii como eu estou a adorar esta história!!! :OO
LINDO, LINDO, LINDO! Estou ansiosa por mais!

E quanto às touradas xD acredita que é uma estupidez, é que uma coisa é matar animais para necessidades básicas (alimentação) e outra coisa completamente diferente é matá-los só por diversão, é que é mesmo gozar com a morte dos pobres animais! :S

Cris disse...

Já agora, tenho de dizer que estou a adorar a caracterização que vais fazendo dos personagens, através das atitudes e maneiras de ser. Eu, sem duvida, que adoro a Benedith e o Jason, depois de ler este capítulo fiquei a olhar para ele de outra forma. Desta vez, ele mostrou mais o seu lado sensível, coisa que ao longo de toda a história me fez pensar o contrário. Estou a gostar...mesmo! E tal como o Christian V. Louis diz, eu também me simpatizo com o Sean, não sei, eu gosto de ver o lado frio num homem xD e tu escreves tão mas tão bem que até me levas para o sítio onde os personagens estão... mas em relação ao Sean, ele pode parecer muito aldrabão e estúpido, mas cá para mim ele ainda vai dar muito que falar ao longo da história, ele está a ser muito essencial na história, está a torná-la muito interessante, ele cá para mim ainda vai surpreender muito! :DD

Bem, não dá para explicar como estou a gostar da tua história, é um crime não ler o que escreves! É um crime! :D

maryanne. disse...

olá :) obrigada pelo apoio, tudo o que disseste é verdade e eu acredito nisso a 100%, mas sabes que é dificil. ele está lá e eu estou cá, percebes!? :s
bem, estou quase a acabar de ler a tua segunda história e estou a adorar, mal posso esperar por começar a ler esta que estás a escrever. gosto muito do que escreves :) mais uma vez, obrigada .

łnn Gray ۞ disse...

Foi um mês de grande reinado ahah :D Espero que tenha servido para conheceres novos seguidores :D
Eu acho que o 'Herdeiro do Trono' está num lugar bem merecido ahah :D
Eu adoro Violet Hill, tem muito power :D
Mais um excelente capítulo (mas as minhas palavras repetem-se muito...)

maryanne. disse...

é óbvio que vou gostar :D

Cris disse...

Oh Hayley! Eu fico contente por teres gostado, mas percebe: é mesmo verdade! Tu precisas de mostrar esse talento a mais gente! :D

O Sean vai surpreender? ahaha vou ficar à espera!! (HEHEH!)

Leandro Cruz disse...

é eu tambem tenho que acompanhar a historia do começo eu leio mais fico assim o.O" me sentindo perdido hauhauha

abraços guria
http://inked-coffee.blogspot.com

Rapariga de Mochila disse...

uau.
Adorei o Jason.Sinceramente, adorei tudo, desde os pequenos detalhes até aos enredos mais complexos.
Obrigada por esta história :)

Cármen disse...

Sabes? O Jason é uma pessoa maravilhosa. Acho bonita a história dos dois. Contudo, tenho uma atração por romances inicialmente conflituosos... dava-me alguma adrenalina imaginar a graciosa e aparentemente débil Bennedith com o idiota e presunçoso do Sean. Esperava que ele se revelasse uma boa surpresa.
É muito bonito, isto. Muito mesmo. Mas tenho uma crítica a fazer-te. Acho que estás a avançar muito depressa na história. Parece que não te queres alongar muito para além do verdadeiro enredo. Bem, normalmente, isso atrai mais leitores, porque facilita a leitura... mas, ah! Como retira paixão! Eu, sinceramente, acho que a beleza da literatura está mesmo em deixarmo-nos embeber pela imaginação, viajarmos nela, absortos da realidade, e transmitirmos essa capacidade aos leitores. Mas, para isso, é preciso demorarmo-nos na história. Dar-lhe ênfase.
Por exemplo, este capítulo foi quase exclusivamente dedicado ao romance Jason/Ben. Acho que devia ser mais prolongados, em mais capítulos. Assim, acontecer as coisas com maiores intervalos, mais espaços de tempo.
Uma fofoca: a filha do Rei também se vai apaixonar por uma pessoa de classe muito mais baixa, mas que é a única pessoa com grandeza de alma. A única que tem o mesmo espírito que ela e que a vê por de trás do estatuto de princesa. Espero conseguir provar-te, com essa história, aquilo a que me referi na crítica.
Beijinhos!