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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Happy Birthday/Setembro - Animais da Noite (Cap. VII)


Faz precisamente um ano que comecei aqui a escrever. Para quem me segue desde sempre sabe que este blogue já passou por várias modificações. Inicialmente tinha um título "Pensamentos de uma pós adolescente", passou para "Wonderland","Cigarettes, Bones and Smoke" e, finalmente "Imagine". De facto, não posso esconder que não acho o atual título bastante mais interessante porque é o local onde coloco as minhas ideias e vos apresento aquilo que gosto de imaginar. Para além disto, vou revelar-vos um segredo: eu vim para esta "plataforma" porque estive a ver o meu antigo blogue e pensei "Como eu mudei! Não faz sentido continuar a fazer algo com a qual jamais me identifico" e assim surgiu esta minha jornada. Outro segredo... eu não tencionava fazer deste blogue um blogue com histórias. Sempre fui muito insegura e sempre duvidei, e duvido, das minhas capacidades: eu tencionava fazer uma espécie de diário onde contava o meu dia... coisas do género mas algo me despoletou para começar a escrever e... aqui estou eu. Portanto, quero agradecer-vos por tornarem este blogue o que ele é, por me darem as vossas opiniões e espero não ter de terminar com o blogue em qualquer circunstância! Eu mando-vos uma fatia do bolo do blogue haha! Pronto, presenteio-vos com outro capítulo da história que neste momento estou a criar. Se quiserem, podem dizer-me o que acharam do meu percurso ao longo deste tempo todo e, obviamente, do blogue!





O quarto que me fora indicado era cerca de cinco vezes maior que toda a minha casa. Apesar do dia estar apocalíptico e gelado, uma claridade inexplicável preenchia aquele amplo espaço. Olhei para o enorme roupeiro que se situava em frente ao dossel: demasiado grande para todas as minhas roupas. Não precisaria dele. Atirei a minha sacola para um canto e empoleirei-me na janela vislumbrando o exterior. 
A neve caía copiosamente aumentando ainda mais a camada que se exibia no solo. Olhei em frente até onde me era permitido e fiquei descansada por não existir nenhum cume acentuado. No entanto, quando observei uma densa e obscura floresta a Norte, senti um calafrio. Fechei de imediato a janela, retraindo-me. Sentei-me na cama observando os quadros que adornavam o quarto até que alguém bateu à porta. Autorizei a entrada e uma mulher com cerca de cinquenta anos avisou-me que o jantar estava servido na sala principal. Ela encaminhou-me mas apenas Sean estava na mesa, devorando vorazmente um pedaço de frango. O seu olhar deteve-se em mim.
- Jason está a chegar. Apenas houve um incidente. - disse como se tivesse penetrado na minha mente. 
Assenti com a cabeça e esperei que Jason chegasse. A minha mãe sempre me havia dito que não deveríamos dar início a uma refeição sem que todos estivessem presentes.
- Benedith... eu não tenho a certeza de quem tu és. - começou, procurando os meus olhos. Esforcei-me por nunca o olhar fixamente. - Mas sei que podes trazer problemas. 
Franzi o sobrolho.
- De facto, nem eu tenho a certeza de quem sou, se é que isso interessa. - contra-ataquei.
Ele sorriu sarcasticamente e pousou o seu pedaço de frango.
- Mas eu saberei o que tu és. Eu consigo saber tudo aquilo que quero... e umas outras tantas habilidades que nem sequer imaginas uma pessoa ser detentora. 
Olhei-o com desdém. Jason aproximou-se e sentou-se. Observou-nos e fez um esgar.
- A conversa não parecia lá muito animada... - constatou.
- Mentira completa! Benedith é extremamente espirituosa!
Sorri com desalinho e comecei a minha refeição. O jantar foi quase todo feito num silêncio sepulcral e nem as tentativas de Jason para começar uma conversa serviram para quebrar o gelo que se tinha instalado.
Dirigi-me, logo após o jantar para o meu quarto. A luz que o preenchia tinha cessado, predominando a escuridão. Procurei pelo pequeno saco de serapilheira e coloquei-o debaixo da minha almofada. Provavelmente iria precisar dele.

Inopinadamente senti-me gelada como se estivesse exposta a um forte e trespassante vendaval. Os meus olhos não se abriam, como se eu estivesse num sonho. Mas, aquilo não era um sonho. Demasiado verosímel para o ser. Os meus olhos abriram-se e deparei-me com aquela floresta negra. Olhei à minha volta e circundavam-me grandes árvores sem folha, exibindo os seus ramos secos. O medo começou a apoderar-se de mim. Olhei para a minha mão e vi que o saquinho que continha as quinze ervas estava comigo. Suspirei de alívio e coloquei um sorriso na minha face. Envolvi os braços em torno do meu corpo e comecei a caminhar em direção ao Palacete que se avistava ao longe. 
Ouvi um ruído atrás de mim. Olhei de relance para trás mas não vi ninguém. Novamente o sentimento de que não permanecia sozinha reinava em mim. Acelerei o passo mas novamente um som de um predador fazia-se ouvir. Comecei a correr  e os passos começaram a intensificar-se. Concluí que não era um humano. Assemelhava-se a um lobo mas parecia-me algo bastante mais pesado.
 Olhei para o meu lado esquerdo e vi uns grandes olhos encarnados fixarem-me. Naquele momento desejei findar de imediato mas as minhas pernas teimavam em não parar. Algo me agarrou pela cintura e eu senti-me a viajar à velocidade da luz. As árvores e as casas passavam por mim a uma velocidade alucinante. Comecei a deixar de ouvir o som imperativo do animal, apenas ouvindo a respiração ofegante de Jason.
Mal ele me pousou no chão eu senti-me a cair e, de facto ia caindo. Novamente me amparou a queda.
- É perfeitamente normal. Variações substanciais de velocidade fazem as pessoas sentir-se um pouco tontas quando expostas àquilo que é normal. - informou.
O peito de Jason movia-se freneticamente e o seu cabelo claro estava repleto de neve mas os seus olhos brilhavam como se fossem duas esmeraldas.
- Estás bem, Benedith?
Abanei a cabeça e deixei-me cair numa cadeira. Ele sentou-se no chão e agarrou as minhas mãos. Assemelhou-se quase a um choque térmico. As minhas mãos estavam geladas e as dele demasiado quentes. 
- O que viste?
- Eu... eu... não sei. Eu pensei estar protegida por aquele maldito saco de ervas mas quando dei conta vi um animal com os olhos semelhantes a um rubi lapidado. - Estremeci. - Não era um lobo. Não me parecia ser. Era bastante mais alto.
Jason passou a palma da sua mão pela minha face, levantando-se posteriormente. 
- Vamos descobrir uma forma de te manter a salvo, Ben. Eu prometo.
Sorri-lhe e levantei-me, sentindo-me ainda um pouco tonta.
- Se quiseres posso mandar alguma das aias ficar contigo durante a noite. - avisou com um sorriso.
- Creio não precisar de companhia. Já sobrevivi a acontecimentos piores.
Fechei a porta e certifiquei-me que ninguém estava a sondar-me. A luz lunar incidia no meu quarto e eu aproveitei para abrir o saquinho das ervas que estava cuidadosamente cosido com fibras de plantas. Com os dentes e as unhas abri a costura e depositei as ervas em cima da colcha imaculada. Havia apenas um pequeno ramo de cada espécie, pelo que os separei e os contei vezes sem conta até me aperceber que apenas existiam catorze e não quinze, como Sean havia dito. Óbvio que Sean havia feito de propósito! O seu objetivo maior era testar-me ou então matar-me. 
Sentei-me na cama e ainda ponderei interromper o seu sono mas eu estava cansada e queria descansar. Guardei tudo e atirei pela janela fora. De qualquer das formas, já não servia para nada. Nunca serviu. 

O dia seguinte amanheceu com a mesma morbidez da minha terra natal. Levantei-me e deparei-me com um vestido azul celeste. De facto, era bastante mais bonito que todos os meus outros vestidos esburacados e remendados. Novamente alguém bateu à porta. 
- O Rei quer vê-la daqui a cinco minutos. - informou a mesma mulher com um ar entediante.
- Eu também queria muita coisa... - retorqui enquanto acabava de me calçar.
Prendi os meus cabelos e dirigi-me até à enorme sala ornamentada em ouro, ou, pelo menos, assim me parecia.
Sean ladeava Jason que estava um tanto impaciente.
- Quem é vivo sempre aparece! - gracejou Sean exibindo um sorriso sarcástico. - Ouvi dizer que a tua noite foi tudo menos sossegada.
- Rumores correm muito depressa por aqui, pelo que me apercebo. No entanto, já vivi noites piores. Nada do que já não me tivesse acontecido.
- Bem, não é isso que pareces transparecer. 
Olhei-o severamente durante alguns minutos.
- A razão pela qual vos chamei aqui não foi para discutirem. - anunciou com fleuma. - Sean, faz o que tens a fazer.
Sean aproximou-se de mim e agarrou violentamente as minhas mãos. Cerrou os olhos e elevou a sua cabeça, fixando a abóbada de berço. O seu corpo começou a tremer até que ele largou as minhas mãos e se afastou de mim uns metros. Debruçou-se sobre si mesmo como se estivesse a sofrer uma dor dilacerante e os seus olhos, quando me fixaram, brilharam.
- Há tanto poder dentro de ti. Há tantos mistérios. Nunca vi ninguém que tivesse tanto poder. - comunicou, maravilhado. - És aquela que todos esperávamos.
Olhei para Jason que se exibia um tanto confuso. Eu própria estava.
- Foste abençoada por uma corrente de poderes psíquicos! Podes fazer o que quiseres! Podes mover objetos com o poder da mente, utilizar a telepatia com alguém que também tenha o mesmo poder que tu, consegues recordar-te de todos os pormenores de toda a tua vida...! Tudo aquilo que achas impossível acontecer, contigo é possível. - ditou com um tom de voz de veneração. - És imune a muita coisa mas com o tempo vamos descobrir.
- Sean, não estás a exagerar? É... impossível. - comentou Jason mostrando-se incrédulo.
- Temos de começar já a ver as suas habilidades. Tenho curiosidade em testar cada capacidade dela. - Dirigiu-se até Jason. - Ela pode ser-nos útil. - murmurou.
- Nem ouses pensar nisso. Sabes que não deixarei. - disse Jason num tom de ameaça.
Sean dirigiu-se até mim e sorriu-me.
- Vamos, querida Benedith? Temos muito que aprender sobre ti.
Com ceticismo olhei Jason. Ele não me fitava e parecia inquieto. Olhava para um quadro dourado repleto de topázios onde se encontrava emoldurado um retrato de uma mulher. Os seus olhos adquiriram subitamente um tom encarnado. Sean agarrou o meu pulso violentamente e puxou-me para fora da sala.
- Temos de nos apressar. Quanto mais cedo descobrirmos, melhor.
- Eu sei que colocastes catorze ervas e não quinze de propósito, Sean. - avisei-o.
Ele parou e fixou-me como se eu tivesse dito alguma mentira.
- Foi um teste. Precisava de ter a certeza se eras quem eu pensava.
- E o que pensavas que eu era? - averiguei.
- Então tu queres já ter as respostas todas... Redemption Hills funciona assim: todos as pessoas que possuem poderes sobrenaturais vêm para esta aldeia. É o único local onde estão seguros, mas, inexplicavelmente, os poderes desaparecem mal são descobertos. É um facto que ninguém ainda soube dar resposta.
Franzi o sobrolho.
- E como é que tu ainda não perdeste os teus poderes, Sean?
Ele engoliu a seco e não me respondeu. Desprendi-me dele e inquiri novamente.
- Não sei. Talvez eu seja demasiado especial para perder os poderes.
Revirei os olhos e segui-o.
- Por que razão tudo nesta aldeia tem a ver com o número quinze?
Sean suspirou continuando a caminhar.
- É como se fosse um modo de proteção. As pessoas que aqui vêm parar nasceram ao décimo quinto dia do sexto mês pelas quinze horas, quinze minutos e quinze segundos. Tu nasceste nesse dia e alguém da tua família tinha um dom que, por sua vez nasceu precisamente nessa hora e nesse dia. - informou. - Quinze porque é o número da proteção. Os animais da noite, como lhes chamamos, têm ódio de morte a objetos com quinze elementos. Só o próprio nome da aldeia os detém de entrar e nos chacinar. A estrela de quinze pontas funciona também como um repelente. No entanto, há um dia em que todos nós estamos expostos ao ataque dos animais da noite e não ouses sequer questionar-me quando é esse dia. É bastante relativo. Dá-se quando o poder desaparecer de ti.
Sorri com escárnio.
- E achas que eu vou deixar que retirem de mim o meu poder?
Ele encolheu os ombros e sorriu como se eu estivesse a dizer uma barbaridade.
- Eu não teria tanta certeza... sabes que trapaceiros são trapaceiros e nem todas as pessoas são de confiança.
Olhei-o de esguelha sem perceber o seu discurso.
Abruptamente ele colocou-se ao meu lado de braços cruzados deixando-me ver um espaço amplo onde diversas armas e alvos estavam expostos. Percorri com curiosidade cada vitrina extremamente limpa. Havia armas de vários calibres, flechas, lanças, arcos, escudos e espadas metálicas onde incidia uma estranha luz que eu não sabia de onde provinha. Todas as armas brilhavam como se tivessem sido polidas há segundos.
- Eu vou aprender a manusear armas? - inquiri com ceticismo.
- Obviamente. Não penses que vieste para cá só para ser defendida. Também terás de defender.
Sean assemelhava-se a um poço de mistérios. Cada vez que ele proferia algo eu ficava mais confusa... e cada vez mais tinha a certeza de que ele não era de confiança.

12 comentários:

Riga/V-1-Boy disse...

eu conheço este e o outro blog ha pouco tempo.lol bem este faz um ano agora e o meu faz 3 daqui a 1 semana.lol

Leandro Cruz disse...

to te seguindo abraçoss!
gosei do texto bem descritivo

http://inked-coffee.blogspot.com/

Leandro Cruz disse...

so noa achei onde seguir ahuahuahaua ;D

Cassandra disse...

Dear Hayley , Parabéns pelo blogue!
Sabes o quanto adoro as tuas descrições, pude imaginar cada detalhe. Adoro este teu registo, talvez um dos melhores que já li de ti! Algo me diz que apartir de agora, a cada capitulo, não haverá paz! Há-de haver algo de novo para a Ben aprender sobre ela mesma e acho que se surpreenderá a ela e aos outros! Esse Sean, também não me inspira confiança mas o Jason esconde algo, definitivamente! Cá para mim, algo de mal está para acontecer e eles precisam de tudo para sobreviver e isso, inclui a Ben!
Espero ansiosa próximo capitulo!
Beijo, Cassandra

sofiacosta disse...

Muitoos parabéns ao blog, e claro, a ti Hayley por tudo o que cá tens postado, assim como pela pessoa que és :D
Em relação à história que tens vindo a desenvolver, (esta mesmo) , só consigo dizer : WOW!!! , cada vez está melhor, a caracterização que fazes dos locais, sensações e atitudes das pessoas está perfeita e cada vez me embrenho mais neste pequeno mundo que são as palavras que aqui depositas. "Setembro" está a levar um rumo muito mistico e fora do normal que me está a deixar cada vez mais com vontade de devorar mais um pouco do texto ! :) Adorei, (alucinei) completamente com todo o misticismo em volta do número 15, torna-o num número imbativel e poderoso :D
Já requisitaste o livro que te recomendei?

(Em breve postarei mais um pouco d'O Retorno lá no cantinho, talez amanha :P )
beijinhos *

Cris disse...

Olá Hayley!! :DD

Já há muito que não venho aqui ler a tua história, e eu não encontro o capítulo anterior a este... já fui a "minhas histórias" procurar mas só tem lá até ao capitulo III ... já estou a ficar atrasada e não posso! hehe pode ser que entretanto coloques, estou ansiosa por continuar a seguir a história...

Já agora, Muitos Parabéns!! :DDD

Beatriz Silva disse...

Nunca duvides das tuas capacidades..
Já era tempo de seguir este blog mas perdoa-me Hayley, eu não li a parte da história. Tenho andado sem tempo! Mas assim que puder vou ler desde o início, prometo! :)
Vou seguir *

Christian V. Louis disse...

Estas tuas dúvidas sobre tuas capacidades... nos faz parecer um bando de mentirosos. ahah.
Estou brincando, sei que isto por vezes nos acomete e parabéns pelo blogue. Eu cheguei atrasado, só o conhecia por Imagine e nem recordo como cheguei a ele. O.O.
Isto é o de menos, o que importa é que apaixonei-me pela Ash platonicamente e isto me prendeu aqui e aos teus escritos.
Quanto a trama, está cada vez mais instigante. Vejo que está amadurecendo a cada capítulo em sua forma de escrita, as descrições muito bem feitas, mas sem passar dos limites. Parabéns! :)
Gostei muito do Sean, adoro personagens vilões que podem não ser vilões, pois como sempre digo, bons escritores não costumam ser óbvios.
Agora aguardo os próximos capítulos os quais prevejo muitas aventuras fantásticas, sobrenaturais.

Beatriz Silva disse...

Ahh, e esqueci-me! Parabéns pelo blog!
Continuo sem ter lido a história mas sabes como é.. contratos de leitura, TPC, época de testes! É muito para uma só pessoa! Como não consigo deixar de passar por aqui para vos responder, passo. Mas com um bocadinho de pressa!
Desculpa, mais uma vez. E prometo (outra vez) que assim que puder vou ler a história toda!

Ziza's N.E.M. disse...

Parabéns pelas pilhas duracell do teu blog :D

Obrigada x3 acho quando se ganha goto por algo podes ser bom no que quiseres.

Pensava que eras uma pessoa decidida não insegura. xP

Em relação à tua história não quantos capítulos perdi, mas do que li deste apesar de não gostar muito de descrições, gostei das simboligias que descreves-te e o desenrolar da história, porque no primeiro parágrafo parece que vais dar a entender um episódio do quotidiano e depois como de súbito, acontece algo inesperado, o ataque à moçoila, gosto das partes desenvolvidas pelo género acção ...

Notei que andas te adaptar ao novo acordo ortográfico.

RuthPacheco disse...

Ai, isto cada vez se tornas melhor! Não sei o que pensar do Sean, muito menos do Jason, mas gosto de todas as superstições, mitos e tudo mais, que os defendem dos animais. Estou a adorar Hayley!

Cármen disse...

Eh pá, eu já nem sei o que comentar. Tenho tantas perguntas a fazer acerca da história... e não posso perguntar! Porque não quero que tu me digas nada! Eu e os meus dilemas!...

Bem, parabéns pelo aniversário. O Controlo Demente tem uns quatro anos, creio, mas também nem sempre se chamou assim. Chamava-se CWeen Crazy, um nickname que abandonei há algum tempo atrás. Quando o criei, nem sabia para quê. Enfim... Não queiras ler as minhas entradas mais antigas! xD Horrível, horrível... Eu era buuué pita. A sério. O meu próprio namorado, que é o meu fã número um em tudo o que eu faço, diz que 2010 e 2011 têm sido anos em que eu me porto maravilhosamente... mas que as primeiras entradas do blogue são de chorar de pena! xD
Enfim. :) Já tinha saudades de te ler. Imensas mesmo.

Sabes? Gostava de te conhecer ao vivo, um dia destes. Sei que ninguém sabe quem é a Hayley e, simultaneamente, a moça que se esconde por detrás dela, mas gostava de o saber. Não por egoísmo - tipo: ah! >8( Eu sou importante! -, mas porque tu me pareces uma pessoa interessantíssima. Acho que era capaz de passar umas quantas horas, em qualquer que fosse o dia, a conversar contigo, num café ou algo assim. Eu adoro quando isso me acontece com alguém. Debater entusiasticamente durante horas e lamentar ter que ir embora... Sério.
xD Mas deixa lá.

É verdade, ia-me esquecendo. Tu tinhas um nome aqui no blogue que sugeria pessoas magras e fumadoras. Só por curiosidade: tu fumas?

Ah, by the way, hum... Já me esqueci. Onde é que eu ia? Ah! Imagine, para mim, é um nome lindo para este blogue. É tão... simples. Uma pessoa que veja um nome tão simples não consegue "imaginar", lá está xD, que tenha um conteúdo tão rico e extenso, o que provoca surpresas agradáveis. Por outro lado, pelo lado de quem está de dentro, é um nome que resume bem todo um estilo de vida aqui retratado. Imagineland é uma página tua maravilhosa, eu adorei lê-la...
Confesso, ao lê-la, senti-me inspirada para definir o Controlo Demente também, num separador. Claro está, não o podia fazer de forma direta, se não, não seria o meu canto artístico. Como eu própria referi nessa publicação, gosto de ser um livro difícil, mas não impossível, de ler. Gosto de dar o que pensar. Assim, os que não gostam de pensar (pessoas desinteressantes para mim) desistem de mim, enquanto que os que gostam demorarão mais tempo em mim... gosto disso. :)

Beijinhos!