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sexta-feira, 18 de março de 2011

As Últimas Flores para o Hospital - Cap. VIII (O Envelope)

Abruptamente larguei Ian e pedi-lhe que me levasse a casa de Marie Flore. Mal me sentei nos estofos do seu carro, encostei a minha cabeça no vidro gélido a rever mentalmente tudo o que já tinha descoberto. A chuva embatia copiosamente contra o vidro e Ian lançava alguns impropérios ao estado do tempo. Olhei-o de soslaio. Fazia-me lembrar a minha mãe a lançar aquela torrente de impropérios. Sorri.

- O que foi? – questionou.
- Fizeste-me lembrar a minha mãe.
Ele soltou um sorriso abafado enquanto conduzia suavemente o seu carro. Subitamente parámos numa ruela quase deserta, vislumbrando-se apenas ao fundo da rua uma casa colonial e dezenas de cedros que se agitavam violentamente ao sabor do vendaval. Saí do carro e começei a caminhar até ao enorme portão verde que acessava até ao interior da propriedade. Havia, do meu lado esquerdo, um fio que fazia soar um sino. Ian puxou-o aparecendo pouco depois uma mulher esguia com uma indumentária típica de uma governanta. Fazia-se acompanhar de dois guarda-chuvas e de um Bulldogue francês branco com um olhar simpático. Abriu-nos o portão e convidou-nos para entrar, entregando-nos um guarda-chuva. Caminhámos sobre a calçada sempre ladeados de uma vegetação rica e verde. Subimos umas escadas e entrámos dando de caras com uma casa completamente diferente daquilo que eu tinha imaginado. Marie Flore sempre me pareceu daquelas pessoas retrógradas, com gostos descontextualizados da época e com uma imensa falta de gosto. Porém, o hall de entrada e toda sala-de-estar tinham um toque moderno, mesmo não sendo o mobiliário coevo.
Duas meninas olharam para nós com um olhar mórbido. Os seus cabelos eram tão negros que se assemelhavam a derrames petrolíferos. Uma mulher com cerca de trinta anos estava sentada ao lado delas afagando-lhes o cabelo. Quando nos viu, levantou-se e dirigiu-se a nós cumprimentando-nos.
- Estava à vossa espera. – disse ela num tom de voz amável e receptivo. Olhou para mim. – Deves ser a Blair. – disse com um sorriso. – Não te lembras de mim?
Fiz uma retrospectiva e tentei lembrar-me daquela mulher num passado longínquo com cabelos castanhos muito escuros e olhos azuis.
- Albine não te diz nada? – inquiriu receptiva para me dar um abraço.
Aos poucos fui-me lembrando do tempo em que vivíamos numa outra casa nos subúrbios de Nova Iorque. Quando tinha cerca de cinco anos costumava brincar com uma rapariga que era cerca de sete ou oito anos mais velha que eu e costumávamos passar as férias de Verão juntas, até que a sua mãe resolveu tentar a sua sorte no estrangeiro. Então, Marie Flore era aquela amiga inseparável da minha mãe com um aspecto invejável que se tinha tornado de tal forma escrava da profissão, que toda a sua beleza tinha sido levada com todo o seu trabalho.
Senti os meus olhos picarem-me e abracei-a instintivamente.
- Albine! – exclamei. – Há… tanto tempo! – Acabei por largá-la pouco tempo depois. – Eu não fazia ideia de quem Marie Flore era! Estava tão diferente…
Ian olhava-nos com emoção.
- O desgaste psicológico desgasta as pessoas. – disse-me, fazendo sinal para nos sentarmos. Olhou para Ian. – Ele é o teu namorado?
Olhei para ele mas ele recusou-se a olhar para mim.
- Sim, sou o namorado dela. – respondeu ele com um sorriso enquanto apanhava um brinquedo que as gémeas tinham deixado cair acidentalmente.
Sorri-lhe e ele sorriu-me entrelaçando os seus dedos nos meus.
- Bem, Ian… - começou ela. – fica sabendo que acabaste de ganhar bem mais daquilo que se calhar pensas. – comentou Albine – Toda a gente nos julgava quando éramos miúdas. – disse-lhe. – Éramos das crianças mais  ricas da escola e, por norma tinham a mania de nos apartar porque os pais mandavam, uma vez que pensavam que éramos desprovidas de um bom carácter. – fez um trejeito com a boca e mudou de assunto. – O que tens feito, Blair? Nunca mais te vi.
- Não tenho feito nada de especial. A minha mãe morreu… e depois vim para aqui para descobrir a minha família, mas para já não tenho qualquer pista. – suspirei. – E tu?
Ian estava entretido a brincar com as duas miúdas que se riam a valer dele e das suas brincadeiras.
- Casei-me há cerca de quatro anos, passado alguns anos tive Belle e Rennee, arranjei emprego num escritório de arquitectura no centro da cidade.  E agora estou a viver sozinha nesta enorme casa. – disse com um laivo de tristeza.
Levantou-se num movimento rápido e tirou de debaixo de um livro um grande envelope branco e entregou-mo.
- Blair, antes de morrer, como se ela soubesse, entregou-me isto e fez-me prometer que te entregava sem demoras. – disse-me com uma calma que me abismava.
Estendi os meus braços trémulos para alcançar o envelope.
- Como morreu ela? – inquiri.
- Foi assassinada no metro. Ninguém sabe de nada. Ninguém viu. – Baixou o olhar. – Guarda isto como se fosse a tua própria vida. O que está aí dentro é algo que, segundo a minha mãe te é útil e não pode ser revelado nem sequer às pessoas que mais confias.
Olhei-a com curiosidade.
- Sabes o que está aqui? Sabes quem é a minha família.
- Não, Blair. Lamento. A minha mãe nada me disse acerca desse assunto. Apenas temo que sejam pessoas que não te merecem.
Albine olhou para Belle e Rennee que estavam a divertir-se imenso com Ian.
- Meninas, despeçam-se de Ian e de Blair. – De imediato elas despediram-se dele pedindo para voltar a brincar com elas. Caminharam até mim beijando-me também.
Despedi-me também de Albine que me deu o seu contacto.
Saímos de casa de Albine e voltámos a entrar no carro de Ian. Com um laivo de curiosidade questionou-me o que estava dentro do envelope.
- Ainda não sei. – respondi. – Podemos ir? – perguntei não querendo adiantar mais nada.
Ele arrancou e dirigimo-nos novamente para a universidade para enfrentarmos novamente os olhares julgadores e todos os falatórios de alunos, funcionários e docentes que se tinham apercebido da nossa proximidade.
Almoçámos juntos num bar perto da universidade pensando que podíamos desfrutar de um momento sem olhares repreendedores mas os alunos da universidade e os meus supostos colegas encontravam-se lá em peso.
Esperei ansiosamente pelo término do dia para estar um pouco com Ian. Quando soou a campainha para dar fim à entediante aula, arrumei o meu caderno e saí disparada pela porta, correndo pelos corredores infinitos e melancólicos até ao parque de estacionamento onde Ian me esperaria.
Para minha estupefacção, não chovia. Vi Ian a olhar impacientemente para o relógio ao fundo do parque de estacionamento. Ajeitei a minha mala e recomecei a correr por entre a multidão que se aglomerava ao longo do parque de estacionamento. Ian entrou, subitamente para o seu carro. Quando cheguei abri a porta e entrei de rompante, lançando-me a ele, beijando-o vorazmente. Ele mostrou-se cooperativo, não me largando durante No final, questionou-me acariciando-me a face:
- O que se passou contigo? – questionou incrédulo. -  Não que eu não tivesse gostado, obviamente.
- Eu estava com saudades tuas e não me controlei. Desculpa. – disse-lhe.
Ele soltou uma gargalhada.
- Ainda pedes desculpa?! Por mim podes fazer-me todos os dias isto que eu não me importo absolutamente nada! – disse num tom jovial.
- Deixa-me ver se percebi… - disse num tom pensativo franzindo o sobrolho. – tu gostaste. Bem, confesso que eu também pelo que, muito provavelmente irei repetir num futuro muito próximo.
- Ai sim? – perguntou. – Quando?
Aproximei-me novamente dele até não restar sequer um palmo de distância entre nós.
- Agora. – disse beijando-o novamente com a mesma intensidade.
Quando estava com ele o tempo parecia passar demasiadamente rápido. Quando o repeli, o parque de estacionamento estava praticamente deserto, pelo que ele começou a conduzir até ao Hotel com um sorriso estampado nos seus lábios perfeitos e suaves.
Chegámos ao Hotel passados alguns minutos onde avistei John a fumar um cigarro à porta com um vendaval tremendo que ameaçava trazer consigo de volta a tempestade. O sorriso de Ian desapareceu instantaneamente.
Saí do carro pegando nos meus pertences. Ian, mais uma vez insistiu para eu esperar por ele e para enfrentarmos a “fera”, como ele costumava dizer. Para atemorizar ainda mais John, Ian entrelaçou os seus dedos nos meus e o rosto de John desfigurou-se. Tirou o cigarro da boca e atirou-o para o chão, calcando-o com a sola do sapato do seu pé direito. Lembrei-me do envelope. Eu não sabia bem porquê mas algo me dizia para esconder o envelope mas eu não tinha onde e era tarde de mais. Em vez de John estar a olhar para nós, olhava atentamente para o envelope que eu transportava. Tentei ocultá-lo mas não consegui.
- Boa noite aos dois. – disse John com um sorriso hipócrita.
Retribuímos sem interesse o cumprimento.
- Estou a ver que passaram pelo posto dos correios… - comentou inclinando-se um pouco para ver melhor o envelope. – Para a próxima podes dizer para enviarem para a morada do Hotel. Terei o maior gosto em guardá-lo e dar-to quando voltares. – sorriu cinicamente.
- Nós não passámos pelo posto dos correios. – esclareceu Ian.
Temia que ele tentasse esclarecer John e… ele estava prestes a fazê-lo.
- Este envelope é para mim. Trouxe-o da faculdade. – completou Ian olhando para mim.
- Já percebi. – disse por fim. – Vocês… hum… que tipo de relação têm? – questionou.
Olhei para Ian em pânico.
- Nada definido. – respondeu Ian largando-me a mão discretamente.
O rosto de John amenizou-se.
- Bem, vou tratar da contabilidade. – disse enquanto se dirigia para o interior.
Mal o vi entrar, agradeci a Ian esclarecendo-o que não se tratava de vergonha mas que, de certa forma temia a reacção do seu pai uma vez que pressentia que ele não nutria de qualquer simpatia por mim. Ele entendeu-me.
Encaminhei-me para o meu quarto, já completamente restituído. Pousei a minha mala e li um bocado do Código antes de ir jantar. Distraí-me com as horas e acabei só por ir quando Ian bateu à porta. Seguimos juntos para o restaurante. Ele caminhava cabisbaixo e não falou nem me sorriu como habitualmente fazia.
- O que se passa? – inquiri com preocupação.
- Nada, Blair. Continua a andar.
Eu não era de dar parte fraca, portanto continuei a insistir. Finalmente me respondeu.
- Odeio-o! – bradou. – Ele não quer que tenhámos qualquer tipo de relacionamento. Mas quem é que ele pensa que é para decidir isso? Deve pensar que é um sentimento momentâneo! Eu não posso, nem quero abdicar desta felicidade só porque ele assim o quer! – disse com raiva e com um olhar fulminante. – Se eu fosse uma pessoa tão fria como ele, certamente conseguia deixar de amar alguém instantaneamente…. – diminuiu o seu tom de voz e olhou-me nos olhos. – Mas… eu não vou abdicar de ti independentemente daquilo que ele quer.
Abraçei-o com toda a força que tinha e sussurrei-lhe:
- Promete-me que nunca me irás deixar… - disse-lhe. – Agora não.
Ele envolveu-me carinhosamente e fez uma proposta aliciante:
- Foge comigo.
Olhei-o com estupefacção e recusei. Não podia desviar-me da minha missão. Ele compreendeu e continuámos a caminhar até ao restaurante.
Sentámo-nos o mais afastado possível de toda a multidão para podermos conversar.
- Às vezes questiono-me se ele será mesmo meu pai. – confessou. – Sou tão diferente dele. Ele quer sempre tudo perfeito, tudo no devido local e parece que pensa primeiro naquilo que vai dizer, tornando-o cínico. – fez um esgar. – Também já cheguei a procurar pela minha mãe mas tudo foi em vão. Recebia muitas cartas com informação falsa e acabei por desistir.
- E por que começaste a procurar? – inquiri enquanto debicava o jantar.
- Marie Flore sempre foi uma pessoa muito ligada à investigação e ela teimava que a minha mãe estava viva, bem como o meu irmão ou irmã. Porém, deixei de me acreditar nela. Tudo indicava o contrário. – absorveu um pouco de vinho.
No fim do jantar estivemos a falar sobre a matéria que estava a dar em algumas cadeiras e ele forneceu-me explicações que me foram deveras úteis. Bebemos mais uns copos de vinho e como a meia-noite se aproximava inexoravelmente eu decidi ir para cima.
Acendi a luz do quarto e peguei no pijama sentindo-me novamente cansada como na noite anterior. Previ novamente que alguém me tinha colocado algo no vinho. Tentei ligar para Ian mas o cansaço apoderou-se novamente não dando sequer tempo para eu marcar o número de Ian. Novamente o meu quarto iria aparecer destruído ou algo pior se iria passar.
***
Acordei com alguém a clamar o meu nome e a dar-me algo a cheirar que tinha um cheiro muito intenso. Abri muito lentamente os olhos e vislumbrei o rosto de Ian. Sorri-lhe mas ele não parecia estar com cara de muitas brincadeiras.
Ele ajudou-me a sentar na cama e imediatamente me queixei da cabeça.
- Eu sei, eu sei que tens a cabeça a rebentar, Blair. – disse num murmúrio beijando-me a testa. – Mas vais ter de me ouvir até ao fim, por favor, e seguir o que eu te vou dizer à risca.
- O que quiseres. – disse-lhe tentando encostar a cabeça na almofada para voltar a dormir.
Ele sentou-se ao meu lado e deu-me umas leves palmadas na face para acordar.
- Ouve-me, eu vi que colocaram algo na tua bebida e foi alguém que está hospedado no hotel. Portanto, hoje vai haver um novo assalto ao teu quarto. Eu vou estar escondido e vou apanhar quem está a fazer isto. – disse-me com nervosismo.
- O quê?! Esquece isso… anda dormir. – disse-lhe, fechando novamente os olhos.
Ele beijou-me.
- Não. Eu vou ter de apanhá-lo e saber o por quê de assaltar o teu quarto. – fez uma pausa. – Portanto, a partir de agora não vais sequer interferir quando ele aparecer, está bem? Não vais levantar um único dedo nem tentar lutar contra ele, percebeste?
- Como se estou praticamente a dormir? – questionei ficando admirada de o ver com uma arma na mão. – O que estás a fazer com essa arma?
Ele olhou para ela.
- Posso precisar. – respondeu. – Agora, deita-te e se acordares não interfiras, por favor.
Fiquei com a imagem de Ian com a arma na minha cabeça. Mesmo assim obedeci-lhe, mirando-o com os olhos bem abertos com o intuito de não adormecer.
Ian percorria o meu quarto com a arma posicionada para alvejar alguém caso fosse necessário. Abruptamente ouviu-se alguém a tentar abrir a porta do quarto. Ian escondeu-se atrás da porta do banheiro e fez-me sinal para fazer de conta que estava a dormir. Cerrei os olhos com medo do que pudesse acontecer. A porta tinha-se escancarado e eu podia ouvir os passos quase inaudíveis de alguém. O indivíduo começou a remexer na minha mala e eu só rezava para que ele não encontrasse o envelope, uma vez que só podia ser isso que procurava.
- Aqui estás tu! – disse o individuo quando certamente viu o envelope debaixo da gabardina.
Abruptamente ouvi algo a cair ao chão. Instintivamente esbugalhei os olhos e vi que o corpo de indivíduo estava no chão e que Ian estava um pouco atrás a mirá-lo. Quando estava prestes a tirar-lhe a máscara negra, o indivíduo consegue fazer com que ele caia também, atirando-se a ele dando-lhe alguns murros. Ao contrário daquilo que Ian me tinha dito para fazer, levantei-me e peguei num candeeiro acertando com ele na cabeça do homem. Este não desmaiou. Empurrou-me com violência fazendo-me cair em cima da cama. Entretanto, Ian já estava a tentar tirar-lhe a máscara e a ameaçá-lo. Porém e inacreditavelmente, o homem conseguiu escapar e saiu pela janela, saltando alguns andares.
Corri para ajudar Ian que ainda estava deitado no chão a fixar o tecto. Estiquei o meu braço para o ajudar a levantar-se. Ele agarrou a minha mão mas puxou-me contra si. Ficámos no chão. Eu conseguia sentir o seu coração que batia violentamente. Não falamos durante muito tempo até que, por entre soluços lhe disse:
- Não me deixes. Nunca me deixes!
Ele não respondeu. Beijou-me a testa e puxou-me mais contra si.
- Não. Eu nunca o farei. – disse pouco tempo depois beijando-me selvagemmente. 

30 comentários:

Catarina disse...

« Instintivamente esbugalhei os olhos (...)»

adorei essa frase e tbm o capitulo :)

Catarina disse...

achei-a engraçada :b

Catarina disse...

Maybe I'm a little bit weird :bb
obrigada

Catarina disse...

true. true :)

Gonçalo disse...

mais um GRANDE capitulo :)

bjo

Joana Patricia Fonseca Silva disse...

Adorei querida, irei seguir :D
estou ansiosa pelo proximo capitulo.
escreves muito bem mesmo!

ac disse...

nem todos podemos sentir as coisas da mesma maneira , se não este mundo ... nem sei como seria :x
beijinhos !

Junior Rios disse...

Recuperando tudo o que perdi aqui...Cada vez melhor!

Bjo


wwwsinparangon.blogspot.com

I and I are forever disse...

aDOrei!!!

mesmo lindO

estou a seguir concerteza

Catarina disse...

obrigada minha querida ;)

I and I are forever disse...

beijinhOs

fátima pereira! disse...

também estou a seguir, adorei!

hayley bellamy disse...

que fofinha :D
obrigada! adoro a tua escrita**

hayley bellamy disse...

adoro o nome do blog!

fátima pereira! disse...

hey. de nada querida, amanhã ou hoje a noite vais tê-la fofita! :D

hayley bellamy disse...

de nada fofinha. cigarettes «3

fátima pereira! disse...

por isso é que o título da história se chama" o mundo é mesmo pequeno". e era mesmo essa a intenção querida. ainda bem que gostaste :p

fátima pereira! disse...

talvez publique até mais cedo, depende :p

Catarina disse...

que bom :) obrigada

mariana f. disse...

muito obrigada pelo apoio!
e ADOREI (:

lara beatriz disse...

mais uma vez adorei. :)
continua assim, beijinhos *-*

lara beatriz disse...

Obrigada, eu por mim mantinha os dois mas depois ficava sem muito sentido, na minha opinião. Pretendo começar a escrevê-la amanhã, por isso...beijinhos :)

nênê disse...

Muito obrigada, mesmo * Um beijo <3

lara beatriz disse...

estou a pensar em várias histórias, só espero conseguir escolher uma razoável. :s

lara beatriz disse...

escrevi mesmo o que sinto e quero, embora não seja o que ele quer...obrigada, beijinho :)

JoanaSantos disse...

Awr, muito obrigada, eu vou continuar sim :$

JoanaSantos disse...

ya, ahahah morri de riso quando vi aquilo no sinal, tirei logo foto!!

Maria disse...

Li a historia do inicio ao fim e amei.
Fico à espera do próximo *.*

fátima pereira! disse...

obrigada querida :)
era mesmo essa a intenção, sem dúvida!

Cassie disse...

Escreves de forma diferente, é bastante interessante ler o teu pensamento aqui descrito, bem como as tuas divinas histórias, devias pensar em edita-las seria óptimo mostrares o teu talento ao mundo e aos amantes da escrita.

Ps: Achei muito justo o que escreveste em atenção ao plágio, gastamos horas e horas a escrever e chegam pessoas e em segundos copiam. A única coisa que tiro do teu blog é as lindíssimas imagens, que através de as tirar daqui trato delas, ando em design de fotografia , espero que não leves a mal :x

Beijinho
Cassie